FRASES E FRASES: a apropriação fetichista da ZARA através do trabalho escravo

“Mesmo um produto de qualidade, comprado no shopping center, pode ter sido feito por trabalhadores vítimas de trabalho escravo”.

(Frase de Giuliana Cassiano Orlandi, auditora fiscal que participou de todas as etapas da fiscalização ocorrida na investigação da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de São Paulo (SRTE/SP) na empresa de confecções responsável pela marca internacional Zara, do grupo espanhol Inditex, onde foram encontrados trabalhadores estrangeiros em condições de trabalho análogas à escravidão. Para ler toda a detalhada reportagem realizada pela Repórter Brasil, acesse AQUI)

“Se, de fato, o fetichismo da mercadoria nasce da ocultação do caráter social do trabalho que a produziu, essa ocultação aqui poderá ser estendida a todos os efeitos do mecanismo de produção e de circulação das mercadorias, à produção da “marca”, à escravidão que a exploração em outsourcing global produz. O caráter de fetiche da mercadoria torunou-se “logo”, ou melhor, “logo” já é uma das definições mais pertinentes de O Capital. Fetiche, apropriação fetichista, espaço prasitário na organização do trabalho social. Parecerá o oposto da vida”

(Antonio Negri)

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