DILMA — DA ALEGRIA DO POVO PARA O GOVERNAR ALEGREMENTE — PRIMEIRA MULHER PRESIDENTE

A vitória é de todos: blogueiros progressistas, dos tantos manifestos de intelectuais, de sambistas, de artistas, de mulheres, de igrejas, todos pró-Dilma; de sindicatos, trabalhadores, jovens, crianças, professores e tantos outros profissionais; da luta incessante contra a corrupção disseminada por uma mídia limitada em seus interesses de acúmulos capitalistas, da esperança real produzida racionalmente, da alegria da produção social, de Lula, de tod@ o povo brasileiro que para além de povo se fez uma multidão livre produtora da constituição do comum criada através da cooperação e da solidariedade.

Dilma, no percurso de sua existência, enquanto era interpelada pelos espaços produzidos pelo homem, sendo chamada a participar da produção do mundo social, não trouxe junto consigo o rancor, mágoa ou ressentimento, das torturas que sofreu durante sua prisão na ditadura militar no Brasil (1964-1985). Para além da prisão percebeu a Vida e o chamamento para a transformação da existência. Daí, passando pelo fato de ser mulher e carregar junto a si o trabalho afetivo que enfraquece as truculências históricas patriarcais, Dilma ter compreendido que não é somente fora da prisão que se encontra a liberdade, mas na produção do mundo social onde todos os responsáveis por esta produção devem ter a leveza na alma. Exatamente o que acreditamos ser necessário para se ser presidente de um país sabendo que o único poder soberano existente é o do povo.

Agora seguimos com Dilma presidentA e Lula no coração para o Brasil seguir em sua transformação através do amor e da Razão.

Dilma nasceu em 14 de dezembro de 1947, em Belo Horizonte, em uma família de classe média alta. Filha da professora Dilma Jane Rousseff e do advogado Pedro Rousseff, um búlgaro naturalizado brasileiro com quem adquiriu o gosto pela leitura. De acordo com pessoas próximas, Dilma era uma devoradora de livros, tendo construído uma sólida formação intelectual. Até os 15 anos, estudou no tradicional Colégio Sion, atual Colégio Santa Doroteia, escola onde eram educadas as filhas da elite da capital mineira. Ao ingressar no ensino médio, passou para o Colégio Estadual, escola pública mista, mais liberal, onde surgiram muitos dos líderes da resistência à ditadura em Minas (informações deste parágrafo da Agência Brasil).

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