MELHOR PRESENTE PARA LULA E PARA O BRASIL É DILMA NA PRESIDÊNCIA

O aniversariante não é um só. Comemorar a vida não se reduz a uma data simbólica no calendário. Sabemos disto quando apercebemos a vida enquanto práxis política libertadora, como produtora do amor ontológico que atualiza o ser na cooperação e na solidariedade que cada corpo compõe com o seu e com tantos outros, lutando contra a corrupção da existência e gerando a alegria que aumenta a potência de agir. O aniversariante, deste modo, nunca se isola em si, mas se expande em muitos. Multiplicidade.

Cada corpo é uma multiplicidade de corpos. Uma legião. Daí quando comemoramos a vida em si, comemoramos a dobra da existência em nós que se desdobra na condição livre de cada um produzir a si mesmo em relação com todos e a condição em que o estado de coisas vai se construindo. Política? Necessariamente: a produção da existência na desmedida da construção do mundo social.

Então, quando, no dia 27 de outubro, o presidente Lula comemora seu aniversário, esta data que também coincide com a primeira vez que ele foi eleito presidente da República, há oito anos, não é apenas Lula o aniversariante, mas todos aqueles que viram, participaram, discutiram, criticaram, contribuíram e construíram juntos o Brasil que se transformou e continua em um processo de transformação. Quem comemora a vida é o povo.

Por esta razão Lula sempre comemorou seus aniversários com o povo. E na alegria da partilha, pode no ano passado, frente a militantes que compartilhavam da festa, dizer que “No próximo aniversário, eu, se Deus quiser, estarei comemorando a eleição dela”. Obviamente se referia a Dilma. E este ano suas palavras vão se atualizando seguindo a Razão como esforço de fazer com que o Brasil siga mudando. E esta mudança não é somente com Dilma, mas começa, toma força e se perpetua no voto do povo trabalhado como ferramenta política libertadora.

Pois não são nem Lula nem Dilma os grandes responsáveis e continuadores deste modelo de governo, sempre em transformação. Mas todas as ações advindas de uma multiplicidade de singularidades que no trabalho, em ações cotidianas, em consumos diários e em afazeres necessários, constitutivamente, produzem o país em que vivem e podem escolher entre sobreviver e viver dignamente. Lula é esta multiplicidade. Dilma faz parte desta multiplicidade.

É daí que o aniversário de Lula hoje é um ato político pró-Dilma, de modo que é um ato de “defesa do Brasil”, já que “É preciso deixar claro para o povo: não se trata apenas de uma disputa eleitoral.Trata-se de defender a soberania nacional contra os que querem fazer nosso país voltar a ser submisso a interesses estrangeiros. Trata-se de defender a democracia contra os que querem calar o povo. Trata-se de defender a igualdade contra os que querem impedir que os trabalhadores tenham direito a emprego, salário digno e boas condições de vida, incluindo habitação, saúde e educação”, como dizem lucidamente os responsáveis pela campanha de Dilma.

Como pode Serra ou sua campanha com todas as suas atrocidades, obscenidades religiosas e conservadorismo religioso e acusações que pretendem fazer de pequenos grãos de areias tempestades no intuito de cegar a população e lhe deixar na ignorância, que acharam na mídia acéfala conforto, com potências que trazem consigo a composição de desejos e a produção de sonhos que agora encontram, em si e para si, uma materialidade onde podem se atualizar e se realizarem.

Com Lula, mais do que em qualquer outro governo, sem dúvida, o pobre pode perceber o quanto a sua ação no mundo é responsável pela produção da riqueza e o quanto este mesmo pobre era excluído desta riqueza. Lula demonstrou a nós e ao mundo que o pobre podia sim ser o dono de sua própria produção e poder avançar com ela. Com Dilma poderemos perceber mais ainda o quanto o pobre é o sal da terra, o elemento constitutivo que dá o sabor ao trabalho livre que ver em si mesmo a expressão de seu trabalho, pois enfraquece a medida entre dominados e dominadores quando possibilita ao pobre o poder de decisão sobre sua própria existência de modo independente e livre.

Portanto, não diremos parabéns a Lula! Dizemos parabéns a todos e a todas que construíram o Brasil com um amor que se espalha na cooperação e na solidariedade e que teve seu início em Lula e agora tem sua continuação em Dilma. São tantas as velas neste imenso bolo, mas no dia 31 vamos representá-las todas com o número 13 nas urnas.

PARABÉS A TODOS E A TODAS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!  E DIMA 13 PRESIDENTE PARA O BRASIL SEGUIR MUDANDO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

E o que eembala a festa é a versão de Wagner do famoso jingle de Lula para Dilma:

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