Marina sai em defesa de Dilma por luta contra ditadura

Por: Redação da Rede Brasil Atual

São Paulo – Marina Silva, candidata do PV à Presidência da República, fez críticas ao comportamento de candidatos e pessoas que tentam associar a também candidata Dilma Rousseff (PT) ao termo “terrorista”.

Em sabatina com internautas do portal Terra, Marina afirmou que a anistia foi para os dois lados. “Acho que ela (Dilma) lutou pela democracia, naquela época tínhamos um grupo de jovens que lutou pela democracia. Não acho que seja correto chamá-la de terrorista”, disse. Ela também se disse favorável à Comissão da Memória e Verdade.

Durante a sabatina, que durou uma hora e meia, Marina também falou sobre Bolsa Família, política externa, saúde, reforma da previdência, aborto e drogas, entre outros pontos. Ela garantiu que assumirá compromissos com a educação, a segurança pública e a sustentabilidade. Defendeu a Reforma da previdência e o estímulo ao emprego formal.

Bolsa Família

Marina elogiou o programa e negou que as políticas sociais do governo Lula sejam assistencialistas. “Assistencialismo é o que tínhamos antes, o sacolão.”

Política externa

A candidata ressaltou que não se pode ter rupturas e que há certas conquistas do governo Lula que devem ser preservadas como “as relações com a África, o protagonismo no G-20 e na questão das mudanças climáticas”.

Aborto

Quanto ao aborto e a descriminização das drogas, Marina defendeu a realização de um plebiscito para a população opinar sobre esses dois. Já sobre o união civil entre pessoas do mesmo sexo a candidata desconversou, mas afirmou que o estado é laico e que não cabe a ela decidir sobre o assunto. A questão foi colocada por ela ter feito declarações anteriores atestando ser pessoalmente contrária à discriminação do aborto por ser evangélica.

Saúde

“Infelizmente, nós estamos muito aquém de prover um atendimento de saúde da forma correta”. Marina disse que é preciso aumentar os recursos do Sistema Único de Saúde (SUS) e priorizar os médicos do programa Saúde da Família.

Ambiente

Perguntada sobre a conciliação entre política ambiental e desenvolvimento, Marina afirmou que “não há como pensar uma agricultura desenvolvida ou em desenvolvimento no século XXI, com a velha ideia de desrespeitar a reserva legal e desmatar”. Também defendeu a integração do meio ambiente e da agricultura.

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